terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Eco-LAB # Repórteres para o Ambiente

O Eco-Lab foi realizado pela 2ª vez na nossa escola e teve um público alargado, como já é costume nas questões de cariz ambiental.

«Do velho se faz novo» e o design pode ser cada vez mais fashion...
Prova disso: telhas velhas com mais de 80 anos convertidas em quebra-luz e teclas de computadores em bijutaria.

Fomos convidados a participar no encontro “Repórteres para o Ambiente” em Campo Maior, promovido pelo Centro Alice Nabeiro. Os participantes relataram a experiência como: única.
Ficam as fotos... 
Elisabete Fiel

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Inverosimil História de um Serial Killer


Ao leitor incauto é justo que se deixe este aviso: a leitura é perigosa. Ela existe ou resulta do aprisionamento da palavra pela escrita, fazendo da memória um alvo a abater: se está escrito, então podemos esquecer. Ou seja, ler é igual a esquecer. E não ter memória equivale a estar distraído do mundo, alheio aos pormenores e às ciladas. Ora, num livro, neste livro, nada é deixado ao acaso e cada palavra, cada parágrafo, cada conto cumpre ou procura cumprir o seu porfiado destino. Valerá, pois, a pena dizer que todos os contos deste livro são reais, não no sentido em que aconteceram de facto, mas no sentido em que poderiam de facto ter acontecido. O insurrecto Pedro Pêra Boa é tão real como a gananciosa Balbina Pato-Vila ou o abandonado Joaquim Elias. A abnegada Princesa Stewart Ferguson não é menos credível que o malogrado Judas Escariote. E o ignóbil Pedro Alonzo não é menos plausível que o imbecil Juan Gonzalez ou o sonho da abnegada Júlia Escobar, que eu sonhei também. Atrevo-me a dizer, não sem alguma imodéstia, que neles está grande parte dos pecados da condição humana: a ganância, a injustiça, a imoralidade, o engano, a ingratidão, a vaidade, a luxúria, o conluio, a ignomínia, a infâmia. 

Os seus heróis são helénicos heróis trágicos porque, tal como nós, cumprem um destino ao qual não podem escapar.

Haverá, porventura, quem venha a encontrar nestes contos influências óbvias da literatura negra. Não creio, contudo, que assim seja. A influência, a haver, é da própria vida. Que consegue ser bastante mais negra do que estes negros contos.

Autor: Artur Dagge;  Editora: HM Editora;  Ano: 2011; Páginas: 100

Filme em destaque: Marley & Eu


Eles tinham o relacionamento perfeito até ao dia em que surgiu Marley... Durante a noite do seu casamento, e enquanto a neve vai caindo, os recém-casados John e Jenny Grogan decidem deixar para trás os difíceis Invernos de Michigan e partirem para sul, iniciando as suas vidas em West Palm Beach, na Flórida. Aí, eles conseguem trabalho como jornalistas em diferentes jornais locais, comprar a sua primeira casa, e fazer o seu caminho através dos desafios do matrimónio, de novas carreiras e, possivelmente, da decisão de constituir família...

Inseguro, e não estando preparado para criar crianças, John confessa os seus receios ao seu colega jornalista, Sebastian, que lhe apresenta a solução perfeita: ?Poderás dar um cachorrinho a Jenny. Não há nada melhor que isso`, diz Sebastian. Então eles resolvem adoptar Marley, um ?fofinho` e ?gorducho`Labrador amarelo, que não tarda muito em crescer e transformar o lar dos Grogans num autêntico turbilhão...nada escapará à sua voracidade e irreverência! Mas John e Jenny percebem por fim que Marley - ?o pior cão do mundo` - de alguma maneira fez vir ao de cima o melhor que existe neles...

Ficha detalhada: "Marley & Eu" com OWEN WILSON/JENNIFER ANISTON, Owen Wilson, Jennifer Aniston

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Partilha de Sonhadores

E iniciamos mais uma ronda de partilhas de leituras lideradas pela professora Helena Saldanha. O tema era curioso: «o sonho, os sonhadores». Depois de uma breve explicação sobre o clube de leituras chegou o momento:  o livro «Aleph» do escritor Paulo Coelho deu o mote para a discussão sobre leituras... livros diferentes... e caras novas, prontas para outros desafios...

Curiosamente, hoje encontrei um ex-aluno da nossa escola que era assíduo das partilhas nos últimos três anos... ficou com pena de não participar, pois mudou de escola, de cidade e para o secundário. No final da nossa conversa fiz-lhe uma proposta: E se te ligares à net enquanto decorre a sessão? Também podias participar...» Disse-me que sim! Era uma forma de não nos deixar... é bom saber que criamos bons hábitos de leitura e discussão! Obrigada a todos!

Elisabete Fiel