terça-feira, 22 de janeiro de 2008

A Volta ao Mundo em 80 dias…

A primeira ideia que me ocorre sobre Júlio Verne é o facto de ser um visionário para a altura em que viveu. A propósito do Concurso Nacional de Leitura recordei a volta ao Mundo em 80 dias. Obra adaptada diversas vezes ao cinema foi um prazer reler Júlio Verne e recordar outras tantas obras tais como: Vinte mil léguas submarinas, Viagem ao centro da Terra ou o Castelo dos Cárpatos.

Phileas Foog era uma personagem enigmática, rico, elegante, um verdadeiro gentleman, membro do Reform Club. No dia 2 de Outubro, em companhia dos membros do Reform Club, aposta fazer a volta ao mundo em 80 dias, com base num artigo do jornal que demonstrava ser possível cumprir tal façanha. O recém-contratado Passpartout é de repente confrontado com uma viagem, ele que queria uma vida calma e por isso aceitou trabalhar para Phileas Foog. As apostas sucedem-se a um ritmo alucinante e a viagem é assombrada pelo roubo do Banco de Inglaterra.

Uma aventura geográfica…acompanhada das ilustrações originais…para voltar aos clássicos…

------------

Saber mais sobre Júlio Verne em: http://jverneportugal.no.sapo.pt/index.htm

Autor: Júlio Verne

Colecção: Júlio Verne, nº 4

Editora: Livros do Brasil

Ano de Edição 2005

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

A BescMag de Janeiro já está on-line

Destaque: on-line a a BescMag de Novembro - ver frente >> ver verso >>

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

A FÓRMULA DE DEUS

Uma conversa entre o 1.º Ministro israelita Ben Gurion e o Grande Físico Albert Einstein captada nos anos cinquenta do século passado pela CIA serve de pano de fundo a mais uma aventura do historiador e Criptololgista Tomás Noronha na demanda da prova científica da existência de Deus.

Esta questão é colocada na sequência do manuscrito Göttsformel de autoria de Albert Einstein ter caído em mão iranianas, tendo esse facto constituído uma ameaça para a segurança ocidental, particularmente dos Estado Unidos, por, supostamente, poder conter, sob uma cifra, a fórmula para desenvolvimento e produção de uma arma de destruição maciça de baixo custo.

Tomás é contratado pela CIA e pelo Irão, como criptologista insuspeito para ambas as partes, a partir do Irão sofre uma série de aventuras desagradáveis e algumas agradáveis.

De realçar a extraordinário viagem pelo mundo da física para onde somos transportados por José Rodrigues dos Santos para procurar a prova científica da existência de Deus.

E se Deus estiver por trás de tudo?

Ricardo Simões

CODEX 632


Qual a naturalidade de Cristóvão Colombo? Português, Espanhol ou Genovês, é este enigma e todo o conjunto de interesses relacionados que José Rodrigues dos Santos procurar desvendar num romance com profunda investigação histórica, utilizando a personagem de Tomás Noronha, um Historiador Criptologista de Universidade Nova de Lisboa para completar a soldo de uma fundação americana o trabalho de historiador decano que morre no início do romance.

Assim, o trabalho de Tomás é feito partir de uma cifra deixada pelo defunto historiador, sendo que, a partir dai, uma série de acontecimento sucedem-se a uma velocidade vertiginosa, a nível pessoal e profissional tendo sempre como fio condutor a busca do que está escondido pela cifra, que permitirá criar as condições para desvendar o mistério da origem de Colombo, percorrendo toda giesta da patilha do mundo entre Portugal e Espanha, enquadrados com mestria e clareza por José Rodrigues dos Santos.


Ricardo Simões