segunda-feira, 7 de abril de 2008

Contos: "De manhã..."

De manhã, o Pedro foi dar uma volta e encontrou uma prancha de surf, ao chegar a casa ficou intrigado por tal coisa.

No dia seguinte resolveu pedir ao irmão que o ajudasse a praticar esse desporto, mas o irmão não se encontrava em casa então foi ver o mar.

Lá estavam um grupo de jovens praticando surf, o Pedro observou-os durante algum tempo e no seu pensamento imaginou estar com eles, apanhar aquelas ondas como se fossem crianças e cair na água salgada como os peixes.

De repente, apanhou coragem e foi ter com eles e pediu-lhes para o ensinarem, depois de uns segundo de pensamento aceitaram.

O Pedro todo contente foi comprar o material necessário e lá foi ele, depois de muitos anos de prática o Pedro foi campeão do mundo de surf.

Trabalho realizado por:

Filipa Lopes n.º 4

José Laso n.º 7

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Contos: "A SÉ"

Subia de leve as escadas estreitas que me levavam à sé. Das varandas, as gotas de roupa fresca orvalhavam o chão cansado pelo passar do tempo. As pedras eram os pés de centenas de anos que subiram e desceram a sé secular.

Degraus curtos, gastos, velhos e reflexivos, envolvidos em centenas de mistérios vindos dos olhos minúsculos das janelas que caem sobre a viela. Olhos graves, cansados, sobre os transeuntes breves e facultativos.

Subiam de leve os pensamentos: a sé!

Subiam de leve os passos para o encontro desejado: ela estava ali à minha espera.

O relógio lento dos ponteiros acompanhava a monotonia dos meus passos: um degrau gasto, outro partido, outro solto, outro, outro...

E subia! A sé!

De dentro da janela, o ruído do suave som do embalar de uma criança sob o sussurrar de uma canção de infância perdida...

Do outro lado, a velhinha espera o que não pode esperar: a rua é o Universo; o rumo dos transeuntes, a direcção do destino gasto.

E subia!

A curva do cimo da escada aproximava-se lentamente. O relógio quase que parava a sua marcha lenta e infinita do seu maior ponteiro.

A curva desfazia-se, pedra ante pedra.

O largo! A sé!

Lá estava ela: linda, esbelta, imponente!

Lá, ela não estava.

Paulo Costa

terça-feira, 1 de abril de 2008

POEMÁRIO da C@s@ M@yor


Poemas sobre o «Amor» - Dia dos Namorados

A Biblioteca lançou o desafio…agora, publicamos os poemas. «O amor como estado de alma, ou o «não amor?!».

Clique aqui pare aceder ao Poemário!

Conto...

Num belo dia de Verão, o senhor Morgado pescava calmamente no lago Ontar.

Ao ver que a sua bóia de pesca estava a ir ao fundo, não notou que algo se aproximava da retaguarda do barco. E, de repente, ZÁS!!! Saiu uma coisa da água e levou o senhor Morgado.

Ninguém sabe bem o que era, nem ninguém sabe se o senhor Morgado está bem ou se desapareceu para sempre, mas o que é certo é que apenas quem precisa mesmo de comida vai lá pescar mas, sempre com receio de que aconteça o mesmo que ao senhor Morgado e que o monstro do lago Ontar os leve.

Trabalho realizado por: Miguel Saragoça, N.º 14, 7ºA

Alexandre Borrega, N.º 1, 7ºA